segunda-feira, 22 de junho de 2009

Parabólica

Em defesa dos bóias-frias I


Em pronunciamento, na Câmara dos Deputados, esta semana, sobre os conflitos agrários no País, a deputada Ana Arraes (PSB-PE) pediu a aprovação de projeto de sua autoria que estende o seguro-desemprego aos trabalhadores rurais safristas, que ficam desempregados na entressafra e enfrentam uma situação dramática. Lembrou que os chamados bóias-frias só dispõem de trabalho durante os períodos do plantio e da colheita. No resto do tempo, perambulam pelas periferias em busca de uma oportunidade que lhes assegure renda para alimentar a família ou migram para outros Estados. Segundo Ana Arraes, o atual modelo agrícola brasileiro é baseado no agronegócio que, predominantemente, explora a monocultura para a exportação e, muitos proprietários enriquecem graças a ações que conduzem à apropriação ilegal da terra. São madeireiros, plantadores de soja e de algodão, criadores de gado, dentre outros. “Não se apoderam apenas de terras públicas, mas investem contra as reservas indígenas e contra os pequenos agricultores e quilombolas, frequentemente vítimas de grileiros”, afirmou a deputada.

Bóias-frias II - A deputada criticou a concentração fundiária no Brasil que é das maiores do mundo. “Menos de 1% dos que se dedicam ao agronegócio controla 46% das terras do País”, disse, citando dados do Incra. E que existem cerca de 100 mil hectares ociosos no País, enquanto mais de 4 milhões de famílias de agricultores não possuem terras e sobrevivem em condições de extrema miséria.

Fossa entupida


O leitor Paulo Bezerra denuncia, que há mais de um mês, uma fossa da Rua Barão de São Borja, em Olinda, está entupida e, apesar de entrar em contato com a Compesa várias vezes e de muitas promessas, nada foi feito. Além do fedor, os moradores agora têm que suportar o entupimento chegando às suas residências, pois sem ter para onde escoar o esgoto volta para dentro das casas.

Prá lá de ruço

Os moradores de Olinda reclamam que é quase impossível andar pela Avenida Presidente Kennedy, em Peixinhos. Devido as obras intermináveis, a via é dividida em mão e contra-mão dificultando o trânsito. E haja engarrafamento!

Prejuízos

Afirmam que, para complicar ainda mais, o trecho onde os carros circulam, tido como concluído, já está cheio de grandes buracos. E que trazem prejuízos aos motoristas, com amortecedores, pneus e suspensão danificados. É bronca.


Decoração

O prédio da Excelsior Seguros, tombado pelo Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, foi decorado com motivos juninos. O presidente da empresa, Múcio Novaes, disse que o objetivo é contribuir com a preservação da cultura pernambucana.

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