sábado, 4 de maio de 2013


 

Sai dessa Geraldo Júlio
  

O radialista e cantor Roberto Nogueira contesta a obrigatoriedade das emissoras de rádio de tocarem, pelo menos, um frevo por dia conforme lei sancionada, recentemente, pela Prefeitura do Recife. “Frevo com hora marcada? Sai dessa Geraldo Júlio. Esse filme é reprise. Você já imaginou se os protestantes, que mandam em mais de 80% das emissoras de rádio no Recife, começarem a produzir ‘frevos evangélicos?’ Vão mudar a ‘cara’ do Carnaval de Pernambuco ou emissora evangélica não pode tocar ‘frevo evangélico’. Tocar o frevo tradicional, eles não tocam. Já imaginou: Você ouviu, com a ‘orquestra abençoados na folia’, no passo  com Jesus!”, ironiza Nogueira. Já o jornalista Cléo Nicéas, presidente da Associação das Empresas de Rádio e Televisão de Pernambuco (Asserpe), em nota oficial, se posicionou contra a “Lei Momento do Frevo”, como foi “batizado” o Projeto de Lei 04/2013, sancionado pelo prefeito. Cléo considera o projeto “abusivo e inconstitucional, pois é uma afronta à liberdade de expressão e de programação das emissoras”.

 

“Pintata” - Hoje, o Hospital de Câncer de Pernambuco realiza a “Pintata Solidária” e, durante o evento beneficente, artistas plásticos e cartunistas vão pintar e desenhar obras que serão vendidas em prol da instituição. Os cartunistas Thiago, Liss e Clériston, companheiros aqui da Folha de Pernambuco, já confirmaram presença. O evento, que tem apoio da Livraria Modelo, será realizado a partir da 14h, no hall do Paço Alfândega.

 

Bloqueio eterno?           

 


O leitor João Câncio Ferreira, autor da foto, faz esta denúncia: “Caro Robson Sampaio. A mim, cabe a seguinte pergunta: Será que a Rua da Matriz, na Boa Vista, não mais será desbloqueada? Este bloqueio serve também, para complicar ainda mais o fluxo de veículos naquela área, para desespero dos motoristas. Um eterno desespero.” E, na calçada, uma boca de lobo quebrada e lixo.

 

Barco ou jangada?

Leitores denunciam que, na Rua Gastão Vidigal, na Várzea, nas proximidades do número 600, os moradores vão precisar comprar um barco ou uma jangada. Bastam dois dedinhos de chuva e a via  transforma-se  num verdadeiro rio.

 
 

Perigo

 
Já um cidadão, bastante indignado, reclama que uma boca de lobo sem tampa, na calçada em frente à Escola Cândido Duarte,na Avenida Apipucos, coloca em risco à segurança dos alunos. E quando chove, a “bendita” via alaga.

 

 


 
 
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